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domingo, 27 de abril de 2014

Paciência durante os noventa minutos, segurança na defesa e eficiência no ataque: A receita para o Bayern ir à Lisboa

Guardiola conheceu na última quarta feira sua primeira derrota dentro do Santiago Bernabéu. Foi à Espanha e fez seu jogo. Tocou, retocou, movimentou e manteve a posse de bola. Mas viu o adversário acertar um contra ataque e vencer o jogo.

O Real Madrid foi mais agudo e com a sua objetividade levou a melhor no primeiro duelo da semi final da UEFA Champions League. Deu espaço ao Bayern de Munique, compactou suas linhas e esperou o rival no campo de defesa, complicando as investidas de ataque dos comandados de Pep Guardiola.

A atuação da equipe alemã foi decepcionante. As dificuldades enfrentadas pelos bávaros durante a partida, talvez, tenham levado o treinador a repensar sua estratégia de jogo. Ter visto sua equipe pouco agredir o adversário e sofrer com a criatividade no setor central do campo deve ter tirado o sono de Pep nos últimos dias.

Falha do espanhol pelo fraco desempenho de sua equipe ou méritos de Carlo Ancelotti?

Independentemente da resposta, a verdade é que dessa vez o Real Madrid não foi "envolvido" pelo jogo que impõem o ex. treinador do Barcelona e saiu vitorioso diante da equipe comandada por Guardiola - dessa vez o Bayern, em oportunidades anteriores o Barça - dentro de seus domínios, feito que nunca havia acontecido...

No segundo jogo o panorama será o mesmo. Ancelotti vai esperar o Bayern e buscar, nos contra golpes, um gol, que obrigaria os donos da casa a fazerem três, complicando de vez a vida dos atuais campeões. Balançar as redes de Manuel Neuer na Allianz Arena significa, portanto, dar grande passo à final da Liga dos Campeões, dia 24 de março, em Lisboa.

Por sua vez, Pep sabe que qualquer erro pode ser fatal. Principalmente diante de um adversário que joga pronto para lhe contra atacar, com Cristiano Ronaldo de um lado e Gareth Bale de outro. Cá entre nós, é impossível não temer.

Confiar em Dante e Boateng é necessário. O alemão, no primeiro jogo do confronto, não foi bem. Sábado, pela Bundesliga, novamente deixou a desejar. Mas terça feira terá de ser seguro, caso contrário, não defenderá o bi campeonato em terras portuguesas...

terça-feira, 22 de abril de 2014

Equilíbrio e expectativa. Atleti e Chelsea fazem primeiro jogo da semi, em Madrid

Tudo pronto. A capital do futebol, Madrid, que recebe nesta semana os dois jogos da semi final da UEFA Champions League está preparada para duelos de  extrema importância. Atlético e Chelsea se enfrentam hoje, Real e Bayern entram em campo só quarta feira.

Clima bom. Entrevistas, estatísticas e dúvidas. José Mourinho não passa por bom momento no Chelsea, mas chegar à final da competição mais importante da Europa, pode ser, no mínimo, a salvação da temporada para os ingleses. Depois de perder em casa diante do lanterna Sunderland, sábado, pela Premier League, e ver uma invencibilidade de 77 jogos cair por terra, o clima em Stamford Bridge é de desconfiança.

Os Blues viram o líder Liverpool abrir cinco pontos de vantagem, faltando apenas 3 jogos para o fim do campeonato nacional. O revés diante do atual pior time do Campeonato Inglês foi frustrante e, a esperança da torcida pelo título, reduzida.

O português não tem Samuel Eto'o. Desfalque importante no setor ofensivo e perda de uma referência dentro de campo. Fernando Torres, de volta ao Vicente Calderón, entra e assume a vaga do camaronês. Hazard preocupa e ainda é dúvida para o confronto. Com ou sem o belga, os azuis de Londres são fortes. José Mourinho sabe jogar a UEFA Champions League e não foi à Madrid para brincadeira.

Do lado oposto um Atlético de Madrid invicto dentro de casa. O detentor da melhor defesa da competição já mostrou força diante do Barcelona e prova que sua liderança no Espanhol não é por acaso. Simeone arma um time forte, compacto e que marca de maneira intensa.

A esperança no ataque, Diego Costa, é a referência. Mas sofrer gols dentro de casa é arriscado e o comandante Colchonero sabe disso. Do outro lado, Mourinho tem a certeza de que marcar na casa do rival pode decidir o confronto.

Jogo estudado. Tenso. De duas equipes que se igualam tanto na qualidade técnica quanto no esquema de jogo.

Atlético de Madrid e Chelsea entram em campo hoje, 15:45, no Vicente Calderón.

domingo, 20 de abril de 2014

Cristóvão e Flu iniciam com vitória. Combinação tem tudo pra dar certo


Novo treinador bancou titularidade de Sóbis e jogador correspondeu. foto: futebol interior

O Fluminense bateu o Figueirense  no Maracanã, em seu jogo de estreia no campeonato brasileiro. Trinta mil pessoas estiveram presentes e acompanharam a vitória tricolor sobre os catarinenses. Fred, Rafael Sóbis e Nirlei(contra) marcaram os gols da partida.

O time foi bem. Fez valer sua qualidade técnica e soube envolver o adversário, que praticamente não ofereceu perigo a meta defendida por Diego Cavalieri. Mas se o goleiro da seleção brasileira não teve trabalho, do outro lado, Tiago Volpi evitou o que poderia ser um verdadeiro chocolate...

A torcida saiu contente e esperançosa. Confiante no grupo e principalmente no trabalho do técnico Cristóvão Borges, que certamente dará uma cara ao time e tornará o Fluminense novamente competitivo.

Mostrou isso no Vasco, quando fez grande campanha no Brasileirão e no Bahia, ano passado, onde salvou a equipe do rebaixamento. Em nenhuma das duas oportunidades tinha tanta qualidade técnica em seus elencos  quanto tem hoje nas Laranjeiras.

Cristóvão já mostrou seu valor. Agora, tem pela frente um grande desafio: Fazer o tricolor figurar novamente entre os melhores. O novo comandante tricolor tem um material humano invejável. Se o setor defensivo ainda carece de algumas peças, na parte da frente sobra qualidade: Jean, Wagner, Conca, Rafael Sóbis. Um meio de campo, pelo menos no papel, de alto nível. A camisa nove é disputada por Fred e Walter -  sonho de qualquer clube brasileiro.

Portanto, de olho no Flu. O novo treinador e o clube, no momento, formam ótima combinação. Ambos se precisam e tem tudo pra dar certo.

domingo, 13 de abril de 2014

Resumo do último fim de semana dos principais estaduais pelo Brasil

No Rio

Tristeza para os vascaínos ver um jejum de anos não cair por um erro de arbitragem. Ok, podem acontecer a qualquer momento. Errar é humano, não é verdade? Mas existem pessoas, neste caso, que trabalham para não errar. E quando o erro passa a ser constante,  a crítica é cabível.

O Vasco perdeu o clássico na primeira fase por um erro grotesco, onde o auxiliar que se posiciona atrás da trave não viu a bola dentro do gol. Hoje, não conquistou o título do Campeonato Carioca  por conta de um falha incrível do bandeirinha.

O Flamengo levantou a taça. Tinha a vantagem de jogar por dois empates e assim foi. 1 a 1 nas duas partidas e festa rubro negra no Maracanã. O Vasco, por sua vez, segue amargando um jejum de títulos estaduais desde 2003, quando bateu o Fluminense.

O capitão flamenguista Léo Moura levantou a taça de campeão carioca de 2014
Léo Moura ergue a taça de campeão. Jejum vascaíno segue. foto: Gazeta Press

Em Minas

No mineiro prevaleceu a igualdade. Fazendo jus ao equilíbrio das duas equipes. 0 a 0 nos dois confrontos e título para os cruzeirenses. Os comandados de Marcelo Oliveira voltam a campo na próxima quarta, onde enfrentam o Cerro Porteño, pela primeira partida das oitavas de final da Taça Libertadores. Ao Atlético, resta se preparar para a estreia no Brasileirão, dia 20, contra o Corinthians.

Gaúcho

No Rio Grande do Sul prevaleceu o favoritismo colorado. 4 a 1 para o time de Abel, que ratifica sua hegemonia no estado com o tetracampeonato. D'Alessandro, Alan Patrick e Alex(2x) marcaram para os mandantes. O gol de honra do tricolor foi contra.

Paulistão

Não bastou para o Ituano fazer festa no Pacaembu apenas duas vezes. O galo do interior foi valente, suportou o Santos e terminou a partida com uma derrota mínima, que levava a decisão para os pênaltis. E deu Ituano outra vez. A equipe do técnico Doriva demonstrou novamente ótimo aproveitamento nas cobranças e saiu com o título, o segundo na história do clube. Neto desperdiçou a última penalidade do time da Vila e deu o título aos visitantes. Novamente festa vermelha no estádio Paulo Machado de Carvalho.


sexta-feira, 11 de abril de 2014

Atlético tentou Imperador, mas atacante preferiu ser Adriano outra vez

Rápida como a passagem do furacão na Libertadores. Assim foi o reinado do imperador Adriano, em Curitiba. Durou pouco, e desta forma, o trono ocupado pelo atacante, ficou sem dono.  Dizem que Deus dá asas à quem não sabe voar. Eu, particularmente, prefiro acreditar numa palavra que talvez possa resumir bem a vida deste elemento: Irresponsabilidade.

Acredito no ser humano. Na mudança de postura, no perdão e arrependimento. Entretanto, existem casos, principalmente no mundo do futebol, que te fazem perder a esperança com o indivíduo. Adriano é só mais um que se deixou levar pelas más companhias e pelos prazeres fáceis da vida, desperdiçando um talento incrível numa carreira que teria tudo para se tornar brilhante. 

Chegou ao Atlético Paranaense em dezembro, teve casa custeada pelo clube em condomínio da classe A curitibana, um tratamento privilegiado e regalias particulares dentro do elenco rubro negro, mas não soube retribuir o carinho e confiança que haviam sido depositados nele, com um comportamento exemplar e boas atuações. 

Adriano poderia sim construir novo castelo e reconquistar a confiança de todos. Seria grata surpresa e, por que não, colocar nova dúvida na cabeça de Felipão? O jogador mais experiente do jovem grupo atleticano poderia servir de exemplo, tinha totais condições de ser um líder e brilhar, como brilhou no passado. Mas novamente perdeu para ele mesmo. Faltou aos treinos e foi flagrado na noite inúmeras vezes. À minoria otimista que acreditou, decepção.

Agora, depois de concertar o erro, cabe à diretoria do clube aprender com o mesmo. A aposta talvez não fosse válida, pelos seguidos insucessos do atacante. Mas a parte do Atlético foi feita e, quem fraquejou, foi o imperador.

No contrato, uma cláusula que permitiria o rompimento entre clube e jogador, a qualquer momento, por qualquer uma das partes envolvidas. Assim, pelo menos, o erro se torna menor. Mas a lição para os atleticanos deve permanecer.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Botafogo eliminado, paciência. O importante, nesse momento, é se acostumar com a Libertadores

Voltar à competição de mais alto nível da América depois de dezoito anos, para o Botafogo, foi algo excepcional. Com persistência, o trabalho de Oswaldo de Oliveira no ano de 2013 foi desenvolvido com extrema eficácia. De lucro, o título estadual e a vaga na Taça Libertadores de 2014, torneio que o clube não disputava a anos.

Só que reestrear depois de quase duas década não significava um investimento alto e muito menos grandes ambições por parte do clube. A saída de Oswaldo, hoje treinador do Santos, já deixava explícita a estratégia da diretoria alvinegra em reduzir a folha mensal de pagamento para evitar problemas de salários atrasados já vivido no ano anterior. Eduardo Hungaro foi efetivado.

Com a derrota na Argentina para o San Lorenzo, veio a eliminação. Dolorida, mas esperada. Por parte dos jornalistas, da torcida e principalmente da diretoria do clube. Era sabido que o time de Eduardo Hungaro não teria forças para avançar às finais do torneio. 

Mas o mais importante de tudo isso é o time da estrela solitária voltar a ser o que já foi um dia. Estar entre os mais fortes, figurar grandes competições e, o imprescindível na vida de uma equipe de futebol: ganhar títulos. É necessário se acostumar com a Libertadores. Voltar a disputá-la frequentemente é essencial para um grande da América.




domingo, 6 de abril de 2014

Em SP Ituano sai na frente; No Rio, Vasco cede empate e Fla tem vantagem

Ituano apronta novamente no Pacaembu, Cícero perde pênalti e dá vantagem do empate à equipe do interior


Semana passada, surpreendentemente, o  Ituano calou o Pacaembu ao eliminar o Palmeiras por um a zero. A vitória colocou o time de Itu na final do Campeonato Paulista, onde enfrentaria o Santos e teria a missão de conquistar seu segundo título paulista.

Hoje, de volta ao estádio Paulo Machado de Carvalho, a equipe do técnico Doriva aprontou novamente. Se o Santos era o mais forte, favorito, de melhor campanha, pouco importou. A verdade é que Cristian estufou o gol de Aranha, numa verdadeira pintura. Ainda no primeiro tempo, Cícero teve grande chance de empatar a partida em cobrança de pênalti, mas se equivocou e mandou pra fora.

O segundo jogo acontece na próxima semana, no mesmo lugar e mesmo horário. O galo do interior tem a vantagem do empate.

Com direito a golaço de Paulinho, Fla busca empate e garante vantagem pra decisão final


O Vasco entrou em campo para acabar com uma série de jejuns que perseguem o cruzmaltino. O Flamengo, depois de vencer o Emelec pela Libertadores e manter o sonho da classificação, voltou  suas atenções ao confronto deste final de semana, primeiro jogo da final do Carioca.

No primeiro tempo, Douglas bateu escanteio na segunda trave e Rodrigo, de cabeça, marcou. 1 a 0. O Flamengo era apático e pouco incomodava a defesa vascaína. Só no segundo tempo saiu  o gol da igualdade: Em lance de extrema felicidade, Paulinho acertou um chute incrível, empatando o jogo.

Com o resultado, os rubro negros têm a vantagem de empatar a segunda partida, no próximo domingo, também no Maracanã. Aos comandados de Adílson Batista, só a vitória interessa. 

O time da colina não vence o rival em decisões há 26 anos e, a última vez que conquistou o Campeonato Carioca foi em 2003, quando bateu o Fluminense.





Confiança do United aumenta para surpreender Bayern na Baviera. Arriscar é preciso

Bater o Bayern na Alianz Arena, quarta, pela Champions, não será nada fácil para o United. Depois de empatar em casa por um a um, os Red Devils tem uma missão complicada: Bater o atual campeão na Alemanha, feito que pouquíssimos têm conseguido ultimamente.

A vitória coloca os vermelhos de Manchester na semi final do torneio. Se acontecer, será surpresa. O time de David Moyes  é dito como um dos mais fracos dos oito que disputam as quartas de finais, juntamente com o Borussia Dortmund.

O empate no primeiro jogo deu moral à equipe. Foi segura, consistente, suportou bem a força ofensiva dos bávaros. Mas o mais importante: Moyes achou a fórmula para se defender efetivamente e anular as principais jogadas do adversário. Soube ser agudo nos contra-ataques e agredir o gol de Neuer em algumas oportunidades. Se Welbeck, por exemplo, fosse mais responsável, os donos da casa poderiam ter ganho o jogo.

Danny Welbeck do Manchester United e Manuel Neuer do Bayern de Munique (Foto: AP)
O gigante Neuer foi mais esperto e defendeu a cavadinha de Welbeck no empate do United com o Bayern, pela Champions. foto: AP

Outro fator importante é a confiança. Hoje, pela Premier League, a equipe foi ao nordeste da Inglaterra e goleou o Newcastle por quatro gols a zero. Na tabela do inglês, vitória pouco relevante - isso porque o clube não possui mais ambições no campeonato -, mas, em termos de moral e confiança, um belo aditivo na conta do grupo.

Entrar em campo contra o poderoso Bayern de Munique, longe de casa, precisando vencer, não é parada fácil. O United encontrará na Baviera um dos seus maiores desafios, desde o tempo de Newton Heath. Encontrará também seus verdadeiros torcedores, aqueles que, apesar da má fase do clube, o abraçam independentemente da situação.







terça-feira, 1 de abril de 2014

4º empate na temporada. Como Simeone suportou o Barça de Tata Martino em pleno Camp Nou

O equilíbrio entre as duas equipes na temporada não poderia admitir um confronto menos estudado, estratégico e de extrema igualdade. Bastava verificar o histórico dos confrontos da atual temporada e perceber que, apontar um favorito, seria equívoco.

O Atlético começou marcando no campo de ataque, pressionando a defesa adversária. E foi aí que surgiu a grande oportunidade do primeiro tempo para os conchoneros: Em saída de bola equivocada do goleiro Pinto, Villa por pouco não abriu o placar no Camp Nou. A partir daí, a equipe da Catalunha passou a tomar conta das ações do jogo. Aproximou suas linhas e passou a jogar no campo do rival, que se encolheu. Neymar caía pela direita, Iniesta pela esquerda. Quando tinha a bola, Xavi ia à frente e auxiliava Fàbregas na armação. Sem ela, recuava e jogava lado a lado com Busquets. Na frente, um Messi apagado que flutuava sem sucesso na intermediária adversária.

Pelo lado do Atlético, a proposta era explorar os contra-ataques. Mas sem sucesso. Diego Costa ofuscado fazia companhia a David Villa no ataque. Pela direita, Arda Turan acompanhava Jordi Alba. Do outro lado, Koke marcava Dani Alves. Função tática exercida com perfeição, entretanto, o vigor ofensivo dos visitantes foi praticamente nulo na primeira etapa.

Aos 30, Diego Costa sentiu a coxa e deu lugar ao brasileiro Diego. Assim, Simeone deixava o 4-4-2 e adotava o 4-2-3-1. Ganhando força no meio de campo e dificultando a vida de Xavi e Busquets na saída de bola.

O segundo tempo começou e o Atlético teve a mesma postura da etapa inicial. Forte, marcando em cima e tirando os espaços do Barça. Aos 11, Diego recebeu pela direita e fuzilou. Golaço!

Os donos da casa não tinham outra alternativa que não fosse ir para o tudo ou nada. Aos 23, Martino lançou Sánchez na vaga de Fàbregas. Por sua vez, Diego Simeone optava por tirar um atacante e colocar mais um meia, mostrando total satisfação com o resultado. Com isso, o brasileiro Diego, autor do gol, ganharia mais liberdade no ataque.

As mudanças não poderiam dar um panorama diferente ao jogo. Um Barcelona disposto a buscar o empate e um Atlético que havia praticamente abdicado de atacar. Com movimentação e troca de passes os mandantes se aproximavam do gol. Aos 26, em belo passe de Iniesta, Neymar saiu livre na cara do gol para empatar o jogo e dar números finais à partida.

O quarto empate na temporada entre as equipes, que na próxima semana decidem a vaga no Vicente Calderón. O Atlético tem a vantagem do zero a zero.