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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Botafogo eliminado, paciência. O importante, nesse momento, é se acostumar com a Libertadores

Voltar à competição de mais alto nível da América depois de dezoito anos, para o Botafogo, foi algo excepcional. Com persistência, o trabalho de Oswaldo de Oliveira no ano de 2013 foi desenvolvido com extrema eficácia. De lucro, o título estadual e a vaga na Taça Libertadores de 2014, torneio que o clube não disputava a anos.

Só que reestrear depois de quase duas década não significava um investimento alto e muito menos grandes ambições por parte do clube. A saída de Oswaldo, hoje treinador do Santos, já deixava explícita a estratégia da diretoria alvinegra em reduzir a folha mensal de pagamento para evitar problemas de salários atrasados já vivido no ano anterior. Eduardo Hungaro foi efetivado.

Com a derrota na Argentina para o San Lorenzo, veio a eliminação. Dolorida, mas esperada. Por parte dos jornalistas, da torcida e principalmente da diretoria do clube. Era sabido que o time de Eduardo Hungaro não teria forças para avançar às finais do torneio. 

Mas o mais importante de tudo isso é o time da estrela solitária voltar a ser o que já foi um dia. Estar entre os mais fortes, figurar grandes competições e, o imprescindível na vida de uma equipe de futebol: ganhar títulos. É necessário se acostumar com a Libertadores. Voltar a disputá-la frequentemente é essencial para um grande da América.