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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A 25ª decisão

O Corinthians fez seis pontos em cima do Atlético Mineiro, seu principal adversário na conquista do título brasileiro de 2015. No encontro do primeiro turno, o Atlético de Levir Culpi chegou em Itaquera na condição de líder. Perdeu o jogo e a liderança.

O Corinthians venceu com gol de Malcom e assumiu a ponta. Na rodada seguinte, o Galo retomou a primeira posição.

Não existe decisão na vigésima quarta rodada, restando 42 pontos em disputa.

Estará em jogo, além dos três pontos, uma disputa de forças entre Palmeiras e Flamengo. A dependência do Palmeiras a Gabriel Jesus – desfalque provável –; A imposição flamenguista para desbancar um rival direto longe de seus domínios e assumir a liderança inédita nesta edição.

Para palmeirenses e rubro-negros, impossível não remeter o pensamento ao campeonato de 2009. Nesta mesma rodada, há sete anos, o Palmeiras era líder com dez pontos de vantagem sobre o Flamengo.

Líder até a rodada 33, o Palmeiras sucumbiu na disputa e viu o rival carioca arrancar da décima terceira posição para o hexacampeonato. Histórico!

O Palmeiras não perde para o Flamengo como mandante desde 2010, quando Vagner Love marcou o único gol da vitória rubro-negra no Pacaembu.

A única certeza da noite é que o vencedor do confronto sairá ainda mais fortalecido pra reta decisiva do campeonato. Depois disso, restarão 13 rodadas. O campeão, só em dezembro.

Crescendo

Avaí e Vila Nova conquistaram dez dos últimos doze pontos que disputaram na Série B. Há quatro rodadas, a diferença de ambos para o G4 era de oito pontos. Com o pífio desempenho das equipes que rondam o grupo de acesso, o número caiu para dois.

Dos 30 pontos que disputaram nas últimas duas rodadas, Brasil de Pelotas, CRB, Londrina, Ceará e Bahia, que ocupam da 3ª a 7ª posição, respectivamente, somaram três pontos.

Foi o que embolou a classificação. Em duas rodadas, o Paraná, décimo terceiro colocado, pode saltar da segunda parte da tabela para o G4. 

terça-feira, 12 de abril de 2016

Avaí jamais perdeu oito seguidas em sua história

Se tratando de partidas oficias, a atual série de derrotas do Avaí é a maior em toda sua existência. Desde 1923 jamais houve oito derrotas consecutivas em partidas válidas por algum campeonato ou torneio.

Considerando partidas amistosas, houve seis derrotas seguidas na década de setenta, sete na década de oitenta, e oito em 2005.

Em 1974, no clássico de número 205, o Avaí de Zenon, campeão brasileiro pelo Guarani quatro anos mais tarde, perdeu por 1 a 0 para o Figueirense na disputa da Taça CMT.

Depois foram outros cinco resultados adversos: Paysandu, Vasco, Itabaiana, Coritiba e Bahia, todos pelo campeonato nacional.

Na década de oitenta, o Avaí perdeu para Criciúma(2x), Vasco, Joinville(2x) e Figueirense (2x). A partida diante dos cariocas marcou a inauguração do Estádio da Ressacada.

A sequência que iguala a marca atual – considerando o amistoso com o Marcílio Dias – aconteceu em 2005. Derrotas para Guarani, Santa Cruz, Grêmio(2x), Santo André(2x), Santa Cruz e Marcílio Dias.

A derrota no último domingo diante do Figueirense foi a sétima seguida no Campeonato Catarinense. Nunca aconteceu!

Com o revés no Couto Pereira, pela Liga Sul Minas Rio, frente ao Coritiba, são oito partidas oficias com derrotas. O maior vexame da história do clube.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O mais confiável

O Atlético passou a impressão de que venceria com tranquilidade e que a vitória diante do Independiente del Valle seria construída ao natural após um início surpreendente no horto.

Não foi.

O Atlético ainda não está na sua plenitude física e por isso oscila. Ficou claro na noite de ontem, principalmente após os primeiros vinte minutos, quando o del Valle igualou a partida, e no fim do segundo tempo, momento em que os equatorianos se aproximaram do empate.

Não é uma crítica a preparação física. Pelo contrário. O ápice do condicionamento dos atletas deve acontecer na fase final da competição. É planejamento!

O volume de jogo da equipe de Aguirre na metade da primeira etapa gera expectativa. Entre os rivais brasileiros que disputam a Libertadores, apenas o Palmeiras se reforçou tão bem quanto o Galo. A diferença fundamental é que em Belo Horizonte há uma equipe pronta. No Palmeiras, uma em formação.

O destaque atleticano na noite de ontem foi o recém contratado Juan Cazares. O meia que atuava no Banfield – mas pertencia justamente ao Independiente del Valle – formou trio com Luan e Patric. Em relação ao time de 2015, somente ele e seu compatriota, o zagueiro Erazo, foram titulares que não estavam no elenco na temporada passada.

O Atlético está forte e a tendência é seguir crescendo.

O fato novo

A última vitória do Figueirense sobre o Avaí na Ressacada foi justamente sob o comando de Vinícius Eutrópio. Em 2013, goleada histórica  por 4 a 0 na casa do rival.

Três anos depois, Vinícius está de volta como treinador e assume o alvinegro justamente no clássico 413 de Florianópolis.

O último técnico que assumiu o comando de um dos clubes da capital num clássico foi exatamente o atual treinador do Avaí. Em 2014, como interino, Raul Cabral venceu no Orlando Scarpelli por 2 a 1, gols de Antônio Carlos e Paulo Sérgio.

domingo, 18 de outubro de 2015

O horário muda. Mas a freguesia...

Gílson Kleina armou o Avaí com três volantes e deixou Marquinhos solitário entre Andrei Girotto e Thiago Santos. Apostou em dois atacantes fixos, buscando explorar a fragilidade da dupla de zaga reserva do Palmeiras. O Avaí foi pessimamente escalado e fez sua pior partida no campeonato.

Perdeu.

O Palmeiras tinha mais gente e muito mais mobilidade com Gabriel Jesus, Allione e Mouche na faixa central. Foi fácil marcar um adversário previsível, que abusou da bola longa durante os noventa minutos. 3 a 1 foi justo em Florianópolis.

Foi a décima primeira vitória do Palmeiras diante do Avaí. Onze! Em quatorze jogos, apenas uma derrota. Entre os adversário da Série A, só o Joinville é tão freguês quanto -- nunca venceu o rival paulista.

A vitória recoloca a equipe comandada por Marcelo Oliveira no G4, pelo menos provisoriamente. Pra se manter no grupo dos quatro primeiros, precisa contar com os tropeços de Santos e São Paulo, que enfrentam Goiás e Vasco, neste domingo.

...Continua

Não apenas porque o Figueirense não vence em Joinville desde 2008. A derrota desta noite foi a de número 72. O Figueira venceu  vinte a menos.

Em 2015, foram sete confrontos. O Joinville venceu quatro e perdeu somente um. É surpreendente.

A vitória encurta a distância do JEC para o primeiro time fora da zona de rebaixamento. São três pontos para o Avaí, 16º colocado.

A missão segue complicada e improvável. Mas já foi mais difícil de acreditar no Joinville. Nas últimas duas rodadas, somou mais pontos do que todos os seus adversários juntos. 

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Margem zero

Pelo segundo ano seguido o Avaí fez um campeonato estadual pífio. Não se classificou para o quadrangular decisivo em 2014 e novamente, em 2015, voltou a ficar de fora do grupo que disputou o título.

O Avaí é claudicante desde janeiro. Reflexo do péssimo planejamento feito no início da temporada. Cedeu mais tempo de férias ao seu treinador, que se reapresentou para voltar a trabalhar com o grupo somente 10 dias antes do início do campeonato, enquanto os atletas já treinavam com o auxiliar Raul Cabral.

Geninho caiu após derrota por 5 a 3 para o rebaixado Guarani de Palhoça...

Nas últimas dez rodadas do Campeonato Brasileiro foram oito derrotas e duas vitórias. Sofreu vinte gols, média de dois por partida. É  impossível não cogitar a demissão de Gilson Kleina.

Apenas seis clubes do Brasileirão não trocaram de treinador: Corinthians, Atlético Mineiro, Atlético PR, Sport, Chapecoense e Avaí.
Os três primeiros brigam na parte de cima da tabela, em Recife especula-se a saída de Eduardo Baptista, e em Chapecó Vinícius Eutrópio está cada vez mais ameaçado.

Kleina segue no comando do Avaí. E permanece pois tem o respaldo do departamento de futebol que confia no trabalho e sabe das limitações do elenco que formou.

O Avaí não foi rebaixado no Campeonato Catarinense pois empatou na última rodada com o Atlético de Ibirama. Dos 14 jogadores que enfrentaram o rival estadual, nove deles estiveram em pelo menos uma das últimas duas partidas do Avaí na Série A. Vagner, Pablo, Jéci, Antônio Carlos, Eduardo Neto, Marquinhos, Renan Oliveira, Anderson Lopes e André Lima.

Abrir mão de um trabalho de seis meses e entregar um elenco desqualificado na mão de um novo treinador é suicídio. Se Kleina ainda não perdeu o comando, segue sendo a melhor opção para buscar o improvável: manter o Avaí na Série A.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Plano falho

A derrota  no último sábado diante do Atlético PR no Estádio da Ressacada foi a terceira do Avaí dentro de casa neste Campeonato Brasileiro. Além dos três resultados adversos, o time de Gilson Kleina empatou três e venceu em duas oportunidades. Aproveitamento de 37,5% nos jogos realizados em Florianópolis. Fraco.

Por mais que tenha um aproveitamento superior jogando fora de casa (38%), e a conquista dos oito pontos como visitante o mantenha longe da zona de rebaixamento, o desempenho dentro de seu estádio preocupa.

É importante transformar sua casa numa armadilha ao rival, como faz a Chapecoense quando joga no oeste de Santa Catarina, por exemplo. Os adversários sentem-se à vontade quando vêm à Ressacada.

A derrota de  sábado não passa tanto por Juninho, que perdeu um pênalti aos 46 do segundo tempo e desperdiçou a oportunidade de empatar o confronto. É verdade que se o meio-campista da seleção do Timor Leste convertesse a penalidade, o jogo provavelmente seria empate. Apenas provavelmente porque o time de Kleina estava exausto àquela altura do confronto e se arrastava em campo. Não seria nada inesperado se Atlético fizesse o terceiro gol nos dois minutos restantes.

Resultado de uma estratégia equivocada e de um plano de jogo que falhou.

Kleina não tinha o garoto Renan e optou por Pablo para fazer dupla com Eduardo Neto. Ambos não têm característica de combatividade à frente dos zagueiros. Ficou escancarada a falta que o jovem de 17 anos faz ao time.

O Avaí tentou igualar com o Atlético na vitalidade, teve êxito pelo lado direito enquanto Nino Paraíba e Roberto trabalharam bem. Durou 45 minutos. Milton Mendes acertou a marcação pelo lado esquerdo de sua defesa e brecou as investidas do time da casa.

O primeiro tempo de jogo foi ótimo, principalmente no início. Confronto aberto, duas equipes buscando o gol em extrema velocidade. Foi mais feliz o rubro negro, que marcou primeiro e desestabilizou o rival, que virou bagunça total em campo.

O Avaí tentou demais, correu demais, e cansou cedo demais. O jogador mais velho do meio de campo do Atlético Paranaense é Nikão, com 22 anos. Otávio e Hernani têm 21, Marcos Guilherme 19 e Bruno Mota 20.

Quando Marcos Guilherme fez 2 a 1, aos 44 do segundo tempo, três jogadores do Avaí despencaram no gramado, totalmente esgotados. Reflexo de uma estratégia precipitada e de um time que se desorganiza facilmente quando encontra dificuldades.


Discrepância

O Palmeiras está no G4 pela primeira vez neste campeonato e o Vasco segue na parte de baixo. Juan Carlos Osório disse que não havia quatro gols de diferença entre Palmeiras e São Paulo quando o alviverde aplicou 4 a 0 no rival. Entre Vasco e Palmeiras há até mais.

O Palmeiras se preparou para estar onde está. Na perspectiva do Vasco para o Brasileirão, não havia nada além do que o time faz no campeonato. Os reservas do Palmeiras eram: Aranha, João Pedro, Nathan, Andrei Girotto, Amaral, Zé Roberto, Cleiton Xavier, Gabriel, Kelvin, Mouche, Cristaldo e Barrios. Quais não seriam titulares no Vasco?

A coluna de domingo(26) foi transferida para segunda(27) por motivos pessoais.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

O Palmeiras embalou. E a freguesia continua

Marcelo Oliveira e seu grupo de jogadores julgavam como fundamental atingir a meta traçada após derrota frente ao Grêmio, em Porto Alegre,  para as próximas quatro partidas da equipe. O clássico contra o São Paulo e os confrontos diante de Chapecoense, Ponte Preta e Avaí. 

100% de aproveitamento e metas alcançadas. Quarta vitória em menos de duas semanas, onze gols marcados e nenhum sofrido. Desempenho numérico espetacular --poderia ser melhor se o auxiliar validasse o gol legal de Kelvin contra o Avaí-- e atuações razoáveis. 

Importante para uma equipe que busca firmação e consistência. O Palmeiras soube sofrer contra Chapecoense e Ponte. Na partida de ontem não foi diferente. 

Quando o adversário adiantava a marcação, Gabriel e Arouca se atrapalhavam na saída de bola. Rômulo pela esquerda e Anderson Lopes na direita dificultaram a projeção com posse de bola dos laterais. Lucas e Egídio foram os jogadores que mais erraram passes pelo lado verde.

Com exceção aos primeiros 15 minutos do segundo tempo, o time de Marcelo Oliveira controlou as ações do jogo. Buscou sempre o ataque, jogou junto com os 37 mil presentes. Vitória merecida.

O Palmeiras manteve sua postura agressiva. De buscar os lados do campo, com movimentação e ultrapassagem dos laterais. A quarta vitória seguida no Brasileiro não acontecia desde 2009, ainda sob o comando de Muricy Ramalho.

O início daquela sequência começou justamente contra o Avaí. E pelo mesmo placar: 3 a 0. Depois o alviverde derrotou Náutico, Flamengo e Santo André.
Foi a décima vitória diante dos catarinenses. Em treze confrontos, somente uma derrota, em 2011, na Ressacada.

Desconfiança

O Inter em 2006 foi o único brasileiro que venceu a Libertadores e brigou por título no Campeonato Brasileiro. É complicado conciliar as duas competições, isso é fato.

A questão agora é que o time de Aguirre vive seu pior momento na temporada. São três derrotas seguidas, oito gols sofridos. Em seis dias esse time estará entrando em campo pelo primeiro jogo da semi-final da Libertadores. É preocupante.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Minha coluna em 01/08 no blog

Vandalismo da torcida em Itaquera causa prejuízo de 45 mil reais ao Palmeiras

Os 258 assentos quebrados por torcedores do Palmeiras no clássico do último domingo, na Arena Corinthians, custará pouco mais de 45 mil reais aos cofres do clube do Palestra Itália - visto que cada cadeira custa em média R$ 175,00.

Alguns dos cretinos postaram fotos dos danos causados. Na legenda, se gabavam do feito. A polícia já identificou os envolvidos e tomará as devidas providências.

Os clubes podem ser punidos também pelo STJD com a perda de dez mandos de campo e com uma multa de até cem mil reais. O julgamento ainda não tem data marcada.

Lusa com novo comandante

Silas é o novo treinador da Portuguesa. O paulista de 48 anos chega ao Canindé para substituir Marcelo Veiga, demitido na última quarta-feira. O ex. jogador do São Paulo, após ser demitido do América MG no início do ano, estava até então sem clube.

A Portuguesa, do recém contratado Marcos Assunção, disputou 14 partidas na Serie B: seis derrotas, seis empates e apenas duas vitórias. O pífio aproveitamento de 29% justifica a 18ª colocação da equipe, que ocupa a zona de rebaixamento.

Silas está de volta à capital paulista. Mas dessa vez como treinador, e não como meio-campista do time do Morumbi. E terá muito trabalho...

CBF demitiu seu diretor de registros

As seguidas falhas do sistema de registros da CBF culminaram com a demissão de Luiz Gustavo Vieira, diretor de registros da Confederação Brasileira de Futebol.

O caso mais recente ocorreu esta semana, com a punição do STJD aplicada ao Brasília. O time do Distrito Federal conquistou a Copa Verde - em campo - diante do Paysandu, dia 21 de abril. No entanto, quatro jogadores da equipe tinham contrato até o dia 20 de abril, mas tiveram o contrato prorrogado por mais um mês. 

O problema é que na data da partida os nomes deixaram de constar no Boletim Informativo Diário - BID, o Brasília foi julgado, excluído da Copa Verde por decisão unânime, e hoje o Paysandu é o campeão do torneio e dono da vaga na Copa Sulamericana. Estranho.

Outro caso que desgastou a situação ocorreu no início do ano, quando o Icasa denunciou o Figueirense por escalar o lateral Luan de forma irregular, segundo constava no BID. A denúncia não foi aceita pelo STJD por estar fora do prazo.

Confronto direto pelo G4 em Florianópolis

Avaí e Luverdense se enfrentam hoje, pela 14ª rodada da Serie B, em Florianópolis. Os donos da casa vêm em ascensão no campeonato sob o comando do técnico Geninho. Pela competição nacional são três jogos e três vitórias, diante de Atlético GO, Ponte Preta e Joinville. 

Os visitantes vivem momento contrário. Nas duas últimas partidas foram duas derrotas, para Atlético GO e Oeste. No entanto, os tropeços da equipe comandada pelo jovem treinador Júnior Rocha não foram suficientes para afastar o representante do Mato Grosso da briga pelo grupo dos quatro primeiros colocados. Pelo contrário, a proximidade do G4 é tão grande que uma simples vitória diante do Avaí, na Ressacada, pode recolocar o clube no grupo de acesso à primeira divisão.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Antes do clássico Palmeiras vai à Florianópolis enfrentar o Avaí e conta com retrospecto para voltar a vencer

A terceira fase da Copa do Brasil começa na próxima quarta-feira para Avaí e Palmeiras, que se enfrentam no estádio da Ressacada, às 19:30. Ao alviverde talvez o caminho mais curto para a conquista de um título no ano em que o clube comemora o seu centenário.

Depois de retomar à sua trajetória no Brasileirão com duas derrotas, para Santos e Cruzeiro, respectivamente, os comandados de Ricardo Gareca podem enfim quebrar a série de cinco jogos sem vencer. A última vitória do time do Palestra Itália foi no dia 22 de maio, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro, diante do Figueirense, na Fonte Luminosa.

O adversário, por sua vez, vive momento oposto. Venceu as duas partidas que disputou pela Serie B, contra Atlético-GO e Ponte Preta, e não perde a quatro jogos.

Gareca foi elogiado depois da apresentação de sua equipe e a mudança de postura de seus jogadores no segundo tempo da partida contra o Cruzeiro, no último domingo, em São Paulo. O desempenho nos 45 minutos finais convenceu, mas não foi suficiente para evitar nova derrota diante do atual campeão brasileiro e líder absoluto do campeonato.

Para o confronto da próxima quarta-feira, em Florianópolis, o treinador optou por poupar alguns de seus titulares, preservados para o clássico de domingo, contra o Corinthians em Itaquera. Também não poderá contar com Lúcio, que fraturou a face.

Mas tem ao seu favor o retrospecto. Na história, Avaí e Palmeiras se enfrentaram dez vezes. Foram sete vitórias, dois empates e uma derrota. O último confronto aconteceu no ano passado, pela Serie B: Vitória maiúscula dos até então comandados de Gilson Kleina por 4 a 2.