100% de aproveitamento e metas alcançadas. Quarta vitória em menos de duas semanas, onze gols marcados e nenhum sofrido. Desempenho numérico espetacular --poderia ser melhor se o auxiliar validasse o gol legal de Kelvin contra o Avaí-- e atuações razoáveis.
Importante para uma equipe que busca firmação e consistência. O Palmeiras soube sofrer contra Chapecoense e Ponte. Na partida de ontem não foi diferente.
Quando o adversário adiantava a marcação, Gabriel e Arouca se atrapalhavam na saída de bola. Rômulo pela esquerda e Anderson Lopes na direita dificultaram a projeção com posse de bola dos laterais. Lucas e Egídio foram os jogadores que mais erraram passes pelo lado verde.
Com exceção aos primeiros 15 minutos do segundo tempo, o time de Marcelo Oliveira controlou as ações do jogo. Buscou sempre o ataque, jogou junto com os 37 mil presentes. Vitória merecida.
O Palmeiras manteve sua postura agressiva. De buscar os lados do campo, com movimentação e ultrapassagem dos laterais. A quarta vitória seguida no Brasileiro não acontecia desde 2009, ainda sob o comando de Muricy Ramalho.
O início daquela sequência começou justamente contra o Avaí. E pelo mesmo placar: 3 a 0. Depois o alviverde derrotou Náutico, Flamengo e Santo André.
Foi a décima vitória diante dos catarinenses. Em treze confrontos, somente uma derrota, em 2011, na Ressacada.
Desconfiança
O Inter em 2006 foi o único brasileiro que venceu a Libertadores e brigou por título no Campeonato Brasileiro. É complicado conciliar as duas competições, isso é fato.A questão agora é que o time de Aguirre vive seu pior momento na temporada. São três derrotas seguidas, oito gols sofridos. Em seis dias esse time estará entrando em campo pelo primeiro jogo da semi-final da Libertadores. É preocupante.