Não jogou bem, é verdade. Mas ditou o ritmo do jogo e buscou o gol desde o primeiro minuto. A Chapecoense pouco agrediu, não teve poder de criação com Wagner, solitário na armação. Presa fácil para Jonas, Canteros e Márcio Araújo.
Mas venceu. Assim como o Corinthians de Tite, e no momento certo.
A semelhança está na vitória. Na retomada da confiança, da tranquilidade. A diferença é que o paulista treina desde janeiro com o mesmo técnico, vive crise interna, mas já jogou bom futebol em 2015.
A vitória em Joinville valeu pelos três pontos, mas o saldo positivo da semana foi a boa partida diante do Grêmio, apesar do revés. A missão de Tite é resgatar o Corinthians do início do ano, agora sem Guerrero e Emerson.
No Flamengo é preciso ter calma e confiar em Cristóvão. A vitória agrega confiança, imprescindível para um trabalho que está começando.
A volta de Samir dá tranquilidade ao setor defensivo, as chegadas de Ayrton, Alan Patrick e Emerson acirra a briga por posições dentro do elenco. Guerrero é um grande acréscimo, mas só depois da Copa América.
O Flamengo vai se ajeitando. A semana na gávea será diferente das últimas: terá paz!
Dono da Europa
O Barcelona cravou pela quarta vez nos últimos dez anos sua bandeira em mais uma capital europeia. Campeão em 2006 em Paris com gol de Belletti (o único gol do lateral com a camisa blaugrana foi o do título), em 2009 no estádio Olímpico de Roma, 2011 em Londres e, agora, na capital alemã, Berlim.
Quatro conquistas em dez anos, dinastia só superada pelo Real Madrid de cinco títulos entre 1955 e 1960 e o Liverpool, quatro vezes campeão durante o período 1977-1984. Foi a quinta taça do clube, que agora iguala em número de conquistas com o Bayern de Munique e Liverpool.