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domingo, 14 de junho de 2015

O defeito voltou

O título desta postagem é uma alusão ao comentário do presidente do Vasco, Eurico Miranda, após a conquista do Campeonato Carioca pelo cruzmaltino depois de 12 anos de jejum. O cartola afirmou que "o respeito voltou".

Não voltou.

O que voltou foi a fragilidade da defesa vascaína, ponto forte da equipe até pouco tempo atrás. Firme na Serie B (com Adílson e depois Joel), no Carioca e também nas primeiras rodadas do Brasileirão, a consistência desapareceu. Assim como a boa fase.

Na quarta rodada do Brasileiro o Vasco visitou o Atlético MG e perdeu por 3 a 0. De lá pra cá, os comandados do técnico Doriva acumulam quatro derrotas seguidas e onze gols sofridos.

Antes da sequência negativa, a equipe levou doze partidas para sofrer o mesmo número de gols. A média anterior era de 0,9 gols sofridos por jogo e nos últimos quatro compromissos subiu para 2,75. É preocupante.

É claro que não dá pra comparar o nível técnico do campeonato estadual com o Brasileiro. O Vasco precisa de reforços, isso é lógico. Mas não houve tanta mudança para o time que venceu Fluminense, Botafogo e Flamengo sem sofrer gols no primeiro semestre e que teve sua defesa vazada somente uma vez nas três primeiras rodadas do campeonato nacional.

Aparenta ser questão de autoestima, desconfiança. O time é fraco, mas já demonstrou que pode render mais. E precisa. Caso contrário, o respeito que não voltou ficará ainda mais distante de retornar.

Novos ares

O Corinthians conseguiu emplacar pela segunda vez no campeonato duas vitórias seguidas. Vitória sobre o Inter que o coloca provisoriamente no grupo dos quatro primeiros. 2 a 1.

Enquanto a equipe não engrena e não encontra sua melhor forma, vencer é sempre importante. A nebulosidade parece estar deixando Itaquera.

100%

O São Paulo também venceu e quebrou a invencibilidade da Chapecoense em seus domínios. Foi a quinta vitória do tricolor em sete partidas, o que o coloca na liderança. Para se manter lá, vai precisar torcer para que o Atlético Paranaense não vença o Grêmio, em Porto Alegre.

Foi a segunda partida em que Juan Carlos Osorio comandou a equipe à beira do gramado. Dois jogos, duas vitórias.