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domingo, 19 de julho de 2015

O Corinthians ganhou como nunca. E o Atlético jogou como sempre

Tite sinalizou sua estratégia para o confronto com o Atlético Mineiro ao optar por Rildo na vaga de Jadson, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Ter um time mais incisivo, que pudesse agredir o rival atacando os espaços vazios em velocidade. Deu certo até os 15 minutos do primeiro tempo.

O Atlético se adaptou às condições do gramado de Itaquera e passou a controlar o jogo. Com boa desenvoltura, entrosamento e ultrapassagem dos laterais, envolveu o time da casa. Era só o principio da boa e convincente atuação do Galo em São Paulo.

O Corinthians não tinha outra alternativa que não fosse esperar o adversário na faixa central e tentar partir em velocidade quando houvesse erro atleticano. Conseguiu aos 41, quando Vagner Love infiltrou pela esquerda de ataque e serviu Malcom, que completou para o gol. O primeiro dele com a camisa alvinegra no Brasileirão de 2015.

A etapa complementar teve o mesmo panorama do jogo visto nos primeiros 45 minutos. Atlético adiantado, dando as cartas e desperdiçando chances. Só que com mais intensidade.

Levir terminou o jogo com Rafael Carioca, Guilherme, Giovanni Augusto, Cárdenas, Carlos e Pratto, todos atuando do meio pra frente. Fora os laterais, que se mandavam simultaneamente para o ataque. E só correu um risco no segundo tempo, no momento em que Mendoza parou no goleiro Victor, já nos acréscimos.

O Corinthians sentiu, evidentemente, a falta de Jadson. Pesou também a má atuação de Elias, discreto principalmente na segunda etapa. Venceu, mas não da maneira que está acostumado.

Foram 7 finalizações corintianas contra 16 do rival e dez desarmes a menos (24x34). Na posse de bola geral, o Galo também levou vantagem: teve 53%. Merecia melhor sorte.

O resultado iguala as duas equipes na classificação, ambas com 29 pontos. Mas não representa a diferença no conjunto entre os dois times. O trabalho de Tite no Corinthians é bom, mas está um estágio à baixo se comparado ao de Levir no Atlético. Hoje, no Brasil, ninguém joga como o Galo.

É o Pet

O Criciúma venceu o Bahia no sábado e encurtou a distância para o G4, que agora é de seis pontos. A vitória manteve a invencibilidade da equipe sob o comando do técnico Petkovic. São sete partidas sem derrotas, com quatro vitórias e três empates. 

sábado, 2 de agosto de 2014

Minha coluna em 02/08 no blog

São Paulo precisa vencer o Criciúma pra não se distanciar do G4. Em 2013 não venceu

São Paulo e Criciúma se enfrentam na noite deste sábado, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Morumbi.

Ambos vêm de duas derrotas: O tricolor perdeu para a Chapecoense e Goiás, por 1 a 0 e 2 a 1, respectivamente. O time de Santa Catarina conheceu seu primeiro revés depois da volta do Campeonato após a Copa do Mundo diante do Atlético Paranaense, na Arena da Baixada, por 2 a 0. No último fim de semana, em seus domínios, perdeu para o Vitória de Jorginho por 3 a 1.

Os donos da casa não podem nem pensar em perder. Em caso de derrota, os paulistas podem se distanciar em até doze pontos do líder Cruzeiro, que enfrenta o frágil Botafogo também neste sábado, no Maracanã. Muricy não poderá contar com Kaká.

O Criciúma também pode se complicar e entrar na zona da degola caso não vença o São Paulo esta noite. Apenas um ponto separa o Tigre de Coritiba e Flamengo, os dois primeiros do grupo dos últimos.

Em 2013, no Morumbi, os catarinenses levaram a melhor. Marcel e Lins marcaram os dois gols da vitória dos visitantes, no dia cinco de setembro, pela 18ª rodada. No jogo do segundo turno, em Santa Catarina, o Criciúma também venceu: 1 a 0, gol marcado por Wellington Paulista, logo no princípio do jogo. 

Brasileiro apitará a final da Libertadores na Argentina

Dia 13 de agosto, no estádio Nuevo Gasômetro, na Argentina, San Lorenzo e Nacional do Paraguai vão decidir o inédito título da Libertadores de 2014. 

Depois de 23 anos o Brasil voltou a não ter um de seus representantes pelo menos na semi-final do torneio. Mas na grande decisão da taça mais cobiçada da América, um pernambucano de 39 anos estará dentro das quatro linhas. Mas não como jogador e sim como o homem responsável pelo jogo e dono do apito: Sandro Meira Ricci será o árbitro da partida, auxiliado por Emerson de Carvalho e Marcelo Van Gasse.

O primeiro jogo acontece na  próxima quarta-feira, dia 06, no Paraguai.

Parabéns, Schweinsteiger!

Hoje aquele rapaz que terminou a final da Copa do Mundo vencida pela Alemanha com o rosto sangrando comemora seu aniversário de número trinta. 

São doze anos de carreira, onde o alemão acumula nada menos do que sete Bundesliga, a tão sonhada UEFA Champions League e claro, a taça da Copa do Mundo, conquistada recentemente no Maracanã.

Bastian é um exemplo dentro e fora de campo e será sempre lembrado.