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quarta-feira, 9 de março de 2016

Fé em Dios...

O River é apenas oitavo colocado em seu grupo no Campeonato Argentino. Em seis partidas, venceu apenas duas. Na última, empate sem gols com o Boca, no Monumental. 

A equipe campeã da América em 2015 não existe mais. Gallardo perdeu peças fundamentais como Funes Mori, Sánchez, Kranevitter e Teo Gutiérrez. E ainda que exista uma espinha do time campeão, com Barovero, Maidana, Ponzio e Alario, é evidente a inferioridade em relação ao grupo do último ano.

A missão do São Paulo na próxima quinta é complicada. Seria dureza também para Grêmio, Corinthians, Palmeiras... Ninguém tem vida fácil por lá. 

Mas há dois pontos fundamentais que agravam a situação: O primeiro, a classificação do grupo; o segundo, o que apresenta o São Paulo em 2016.

Se o River vencer o confronto chegará a seis pontos, dividindo a liderança do grupo com o The Strongest, ambos com seis. São Paulo e Trujillanos com zero. Neste caso, nem Dios Lugano salvaria a equipe de Bauza...

A partida será mais difícil pelo que apresenta o São Paulo em 2016 do que propriamente o rival. 

Na história, Edgardo Bauza enfrentou o River Plate 19 vezes como treinador. Venceu apenas uma, em 1999, quando comandava o Rosário Central. Nos últimos seis encontros, foram seis derrotas. É impressionante! 
 

ABRACADABRA

O Cruzeiro contratou 19 jogadores e o técnico Marcelo Oliveira ao final da temporada 2012. Foi bicampeão brasileiro com sobras em 2013 e 14, jogando o futebol mais vistoso do país durante este período. 

Não há mágica!

Vinícius Eutrópio recebeu Elicarlos, Dodô, Bady e Rafael Moura  na última semana. Se reforçar durante o campeonato não é o problema, o pecado pode ser começar a planejar o ano apenas em março.