A terceira fase da Copa do Brasil começa na próxima quarta-feira para Avaí e Palmeiras, que se enfrentam no estádio da Ressacada, às 19:30. Ao alviverde talvez o caminho mais curto para a conquista de um título no ano em que o clube comemora o seu centenário.
Depois de retomar à sua trajetória no Brasileirão com duas derrotas, para Santos e Cruzeiro, respectivamente, os comandados de Ricardo Gareca podem enfim quebrar a série de cinco jogos sem vencer. A última vitória do time do Palestra Itália foi no dia 22 de maio, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro, diante do Figueirense, na Fonte Luminosa.
O adversário, por sua vez, vive momento oposto. Venceu as duas partidas que disputou pela Serie B, contra Atlético-GO e Ponte Preta, e não perde a quatro jogos.
Gareca foi elogiado depois da apresentação de sua equipe e a mudança de postura de seus jogadores no segundo tempo da partida contra o Cruzeiro, no último domingo, em São Paulo. O desempenho nos 45 minutos finais convenceu, mas não foi suficiente para evitar nova derrota diante do atual campeão brasileiro e líder absoluto do campeonato.
Para o confronto da próxima quarta-feira, em Florianópolis, o treinador optou por poupar alguns de seus titulares, preservados para o clássico de domingo, contra o Corinthians em Itaquera. Também não poderá contar com Lúcio, que fraturou a face.
Mas tem ao seu favor o retrospecto. Na história, Avaí e Palmeiras se enfrentaram dez vezes. Foram sete vitórias, dois empates e uma derrota. O último confronto aconteceu no ano passado, pela Serie B: Vitória maiúscula dos até então comandados de Gilson Kleina por 4 a 2.
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terça-feira, 22 de julho de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Sem ter por quem torcer. Assim vamos às semi finais da Libertadores
Depois de vinte três anos o Brasil voltará a não ter entre os semi finalistas da Libertadores um de seus representantes na disputa por uma vaga na grande final do torneio. Isso porque o Cruzeiro, único brasileiro entre os oito que disputaram as quartas de final, foi eliminado em pleno Mineirão para o San Lorenzo. O mesmo que desbancou o Grêmio, nas oitavas. O outro brasileiro que avançou na fase de grupos e caiu no mata-mata foi o Atlético Mineiro: Eliminação também nas oitavas de final, para os colombianos do Nacional de Medellín. Flamengo, Botafogo e Atlético Paranaense não passaram sequer da primeira fase e contribuíram também para uma das campanhas mais pífias do Brasil na competição continental.
No país o futebol voltou à sua rotina já na semana passada, após o fim da Copa do Mundo, com jogos do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Nesta terça (22), Nacional do Paraguai e Defensor começam a decidir a vaga na decisão da Libertadores, que terá seu campeão inédito, isso porque as quatro equipes que ainda disputam o torneio nunca ergueram a taça mais cobiçada da América do Sul. O jogo acontece às 21:15 de Brasília, no estádio Defensores del Chaco.
Os representantes do Paraguai no torneio eliminaram o Vélez Sarsfield nas oitavas e desbancaram o também argentino Arsenal de Sarandí, nas quartas. Enquanto o Defensor passou por The Strongest e Nacional de Medellín, respectivamente.
O outro confronto acontece quarta, dia 23, na Argentina. San Lorenzo e Bolívar duelam no estádio Nuevo Gasómetro, às 19:45. O carrasco do Cruzeiro na competição chega com moral depois de despachar o grande favorito ao título dentro do Mineirão. Antes disso, os comandados do técnico argentino Edgardo Bauza eliminariam o Grêmio, de Enderson Moreira.
Já o Bolívar, primeiro colocado do grupo 7 com onze pontos em seis jogos e 61% de aproveitamento, eliminou nas oitavas o León e, nas quartas, a equipe do Lanús.

Callejón assinalou quatro gols e é o artilheiro do Bolívar na Libertadores. foto: andaluztarija.com
Callejón assinalou quatro gols e é o artilheiro do Bolívar na Libertadores. foto: andaluztarija.com
Os jogos de volta dos confrontos acontecem na outra semana. Nacional-PA e Defensor jogam no Centenário, às 21:15, no dia 29/07. Bolívar e San Lorenzo duelam no dia seguinte, 30, no mesmo horário, no estádio Hernando Siles.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Há vida na seleção sem Neymar. É preciso acreditar
Um baque. Depois da suada vitória diante da Colômbia, hoje, em Fortaleza, o torcedor brasileiro recebeu a notícia de que Neymar, camisa dez e astro do time de Felipão estaria definitivamente de fora do mundial. Tudo por causa de uma entrada desleal de Zúñiga, lateral colombiano, no fim da etapa complementar.
O atacante do Barcelona recebia a bola no campo de defesa e se preparava para armar o contra ataque. No entanto, o atleta de 28 anos que defende o Napoli, da Itália, o acertou em cheio pelas costas.
Neymar caiu. O colombiano alegou cena por parte do garoto. Mas em instantes Scolari já havia sido informado que teria de substituir seu principal jogador pois não teria ele condições de continuar na partida. E chamou Henrique.
O lamento é inevitável. Mas transmitir a desconfiança de não ter Neymar para o grupo de jogadores pode gerar o desconforto necessário que a Alemanha deseja para bater a seleção canarinha no Mineirão.
Terça Neymar se junta à 200 milhões de brasileiros. E teremos sim de enfrentar todas as dificuldades impostas por uma forte Alemanha sem nosso protagonista.
Assim como em 1962, no Chile, quando Pelé desfalcaria a seleção brasileira ainda na primeira fase e Mané Garrincha viria a se tornar o grande craque daquele mundial, encantando o mundo com sua habilidade magistral. Fomos campeões.
De dez semi finais avançamos sete vezes à final. Nosso rival disputou essa fase em doze oportunidades e, em sete delas, chegou à decisão. Já superamos 2010 e 2006. Hoje jogamos como nunca e vencemos como sempre. E sofremos novamente.
É necessário acreditar e jogar. Pelos 200 milhões espalhados pelo país. E por Neymar.
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