Na primeira partida do ano em que o melhor ataque do Campeonato Paulista falhou, a pior defesa da competição manteve sua terrível média. Aí a importância do equilíbrio entre os setores do São Paulo.
Eduardo Baptista posicionou sua equipe à frente, marcando em cima e dificultando a saída de bola rival. Sofreu o São Paulo.
Sem Cueva, Rogério deslocou Thiago Mendes para a ponta direita e trouxe Jucilei ao time, na primeira função do meio de campo. Não funcionou.
O primeiro tempo foi de muita luta e pouco brilho. O Palmeiras diminuindo espaços e tentando definir rapidamente as jogadas, o São Paulo se atrapalhando na saída de bola e sofrendo para chegar ao ataque com qualidade.
Num erro de passe do zagueiro Douglas, a bola sobrou para Dudu encobrir o goleiro Denis. Uma pintura! Para o capitão palmeirense, o gol mais bonito de sua carreira.
O Palmeiras cresceu no segundo tempo, principalmente depois de Tchê Tchê fazer o segundo, após chute de fora da área, aos dez da etapa final.
Aos 25, Guerra pegou rebote de Borja e fechou a conta. Vitória justa na Arena.
Com seis pontos de vantagem para o terceiro colocado no Grupo B, o São Paulo segue em situação relativamente tranquila no estadual. Mas mantém também o péssimo aproveitamento como visitante em clássicos.
Das últimas 17 vezes em que visitou rivais em São Paulo, venceu apenas uma. O Santos, este ano ano, na Villa. Diante do Palmeiras, não vence como visitante desde 2007. É pouco!