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quinta-feira, 28 de maio de 2015

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A festa de quartas de final no Mineirão foi novamente Argentina. Ainda é, será amanhã e continuará sábado pelos lados do Monumental de Núñes.

E foi porque o Cruzeiro não transpirou a disputa, entrou frio e disposto a empatar. Diferente da primeira partida, onde demonstrou equilíbrio e espírito de Libertadores. 
Venceu quando não tinha a obrigação e, aonde deveria fazer valer a sua força, fraquejou. E caiu diante do River.

Puro descaso celeste diante do rival. O lance de Willian, aos dois minutos, evidencia isso. Imprudência do camisa 25, que poderia evitar a tragédia da noite se tivesse o mínimo de frieza na frente de Barovero.

Ou ela seria inevitável? 

O Cruzeiro errou um passe a cada dois minutos. Marcou mal e não teve saída de bola eficiente. Reflexo do espaçamento entre os setores. 

Nada deu certo. A noite era mesmo dos Milionários.

Pelo segundo ano seguido a equipe de Marcelo Oliveira fica pelo caminho nas quartas de final do torneio. Novamente diante de um Argentino, outra vez no Mineirão.

E o torcedor do River mais otimista já projeta um final igual ao do San Lorenzo.

O tempo não para

É verdade que Oswaldo ainda não deu uma cara ao Palmeiras. Em quatro meses de trabalho é possível, mas não obrigação. O time defende bem e cria, mas falta o primordial: confiança. Ela só virá com vitórias.

É preciso dar crédito ao trabalho e confiar. A demissão de Vanderlei Luxemburgo do Flamengo faz com que Oswaldo sinta-se menos confortável no cargo. Mas questiona-se que Vanderlei  já não é mais o mesmo. Ora, é o próprio. O futebol é quem mudou.