Translate

quinta-feira, 18 de maio de 2017

De todos os fracassos recentes em Libertadores, a queda desta noite é a mais traumática para o flamenguista

Não é justo criticar a opção de Zé Ricardo por Gabriel e Berrío em detrimento de Rômulo e Renê, dupla mais cotada para sair jogando ontem em Buenos Aires. O Flamengo vencia o San Lorenzo até os 29 do segundo tempo, gol marcado por Rodinei, aos 14.

No momento do empate, os cariocas limitavam-se a defender. Aí sim, a crítica.

É verdade que a vitória parcial do Católica no Chile passava segurança. O Flamengo não contava com a reviravolta que o Atlético Paranaense protagonizou em Santiago. Quem contava?

Em dez minutos, quatro gols e virada atleticana, carimbada por Carlos Alberto, aos 41 do segundo tempo...

Inacreditável!

O Atlético vai às oitavas pela terceira vez em sua história. O Flamengo, fica pelo caminho. Pela terceira vez consecutiva, na fase de grupos.

A queda desta noite supera qualquer uma das duas anteriores. Havia mais confiança e expectativa do que em 2012 e 2014, nas eliminações diante Lanús e León, respectivamente. 

De nove combinações de resultados possíveis, apenas uma causaria eliminação: Vitórias de Atlético e San Lorenzo. Acontece...

A grande diferença é a estabilidade do clube atualmente. Em 2012 e 14, não havia. O Flamengo está mais forte para lidar com crises.

EMPATE DE OURO

O empate do Santos na altitude frente ao The Strongest confirmou a equipe de Dorival Júnior nas oitavas de final da Libertadores. Com Bruno Henrique expulso aos 23 do primeiro tempo, o Santos passou por apuros. 

No fim, Lucas Lima fez grande jogada e serviu Vitor Bueno, que empatou. Depois, os bolivianos ainda desperdiçaram um pênalti.

Neste ano, a equipe de Dorival pode apresentar alguns defeitos não vistos na temporada passada. Mas de inspiração e alma, não dá pra reclamar.