City não venceu o vice lanterna e pior visitante da Premier League. O que merece o time de Pellegrini?
Não foi só Manuel Pellegrini que reconheceu descaso de sua equipe perante ao então vice lanterna Burnley. Foi evidente.Bastava vencer para que a distância pro líder Chelsea caísse de quatro pontos para somente um, já que os Blues tropeçavam no Mary's Stadium, diante do Southampton. O City até vencia, abriu 2 a 0, gols de David Silva e Fernandinho, em uma pintura do brasileiro. Mas os comandados de Sean Dyche foram valentes e buscaram a igualdade no segundo tempo.
Danny Ings bateu fraco, logo aos dois minutos da segunda etapa, e Joe Hart aceitou: 2 a 1. O gol que deu números finais ao confronto foi marcado por Barnes, atacante de 25 anos que jogou por quatro temporadas no Brighton, aos 36 minutos da etapa final.
O tropeço impediu a décima vitória consecutiva dos Citizens e manteve a distância de três pontos para o líder Chelsea, que empatou em Southampton com o time da cidade.
O Burnley comemorou. Apesar de ainda amargarem a zona de rebaixamento, os Clarets ultrapassaram o West Bromwich, que perdeu por 2 a 0 para o Stoke fora de casa. Foi apenas a segunda vitória como visitante da equipe, que ocupa a décima oitava colocação com 16 pontos somados.
No topo
2014 foi cruel com o futebol brasileiro. E, para coroar, uma pesquisa feita pelo sociólogo Maurício Murad aponta, novamente, o Brasil como líder no número de mortes ligadas ao futebol. Durante todo o ano foram 18 vítimas.
O número baixou consideravelmente se compararmos com 2013 --foram 30 mortes. Mas, de qualquer forma, é inaceitável. Os dados que colocam o Brasil no topo do indesejado ranking são apenas reflexo das leis que não vigoram no país.
Nos último cinco anos 94 pessoas perderam a vida devido às rivalidades.