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sábado, 10 de janeiro de 2015

Marcos Rocha no Porto deve aliviar a situação financeira do Galo. Patric está pronto para ser titular?

Os rumores da saída do lateral direito Marcos Rocha ganham força na capital mineira. O Porto  seria o grande interessado e buscaria, com a contratação do lateral de 26 anos, repor a saída do também brasileiro Danilo, que deve fechar com o Barcelona.

Marcos Rocha renovou recentemente seu contrato, estendendo o vínculo com o Galo até 2018. Mas isso pouco significa, já que o valor  de compra para equipes de fora do país se manteve.

A quantia exigida pelo atual campeão da Copa do Brasil para liberar o jogador gira em torno dos 31 milhões de reais. Pode ser considerado um bom negócio, desde que o clube confie em Patric e dê a ele o suporte necessário para enfrentar 2015 sob o comando de Levir.

A comparação entre os dois é inevitável, ainda mais agora com as movimentações do mercado e a possível saída de Marcos Rocha do Atlético Mineiro. A questão é se Patric corresponderá a altura.

No fim do ano de 2014 ele não demonstrou interesse em voltar. O contrato de empréstimo com o Sport durava até maio de 2015, mas a qualquer momento poderia ser chamado de volta pelo clube que detém seus direitos, o Atlético. Levir pediu, ele voltou. Agora, com a eventual saída de Marcos Rocha, o interesse do jogador de trabalhar em Minas Gerais pode aumentar.

O Atlético perderia uma peça importante. Rocha é reconhecidamente um dos melhores laterais do Brasil, se não o melhor. Seu substituto convencional também é bom lateral, forte tanto na defesa quanto no ataque. Foi o melhor do Brasileirão. Mas o ponto chave está na questão econômica.

Não é segredo para ninguém que o clube sofre financeiramente. Em 2014, inclusive, atrasou alguns salários. O negócio com o Porto pode aliviar os cofres e trazer harmonia para que se trabalhe com mais foco na Cidade do Galo em 2015.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Para 2015 é imprescindível ter convicção no comandante

foto: Lance!

Antes mesmo de terminar 2014 a diretoria do Palmeiras já demonstrava atitude. Os rumores de possíveis reforços para a equipe do Palestra Itália eram mais fortes e intensos do que em qualquer outro clube do Brasil ao fim do ano passado. Andrei Girotto, Vitor Hugo, Zé Roberto...


Era o mínimo. Depois da dramática permanência na primeira divisão sob vaias e aos gritos de "time sem vergonha", a cúpula alviverde iniciou 2015 bem. Se uma ou outra contatação não vingar, é outro departamento. O risco vale para todos.

O fato é que Oswaldo de Oliveira já tem em mãos um elenco homogêneo e razoavelmente qualificado, possível de trabalhar.


O Palmeiras terminou o Campeonato Brasileiro com: Fernando Prass, João Pedro, Lúcio, Nathan e Victor Luis; Gabriel Dias, Renato, Wesley e Valdivia; Mazinho e Henrique.
Foi esse time que empatou com a equipe mista do Atlético PR na última rodada do Brasileirão e se manteve na primeira divisão graças ao rival Santos, que bateu o Vitória em Salvador.

Também na partida derradeira do clube em 2014, uma faixa exposta por um torcedor trazia a seguinte mensagem: "Queremos brigar por títulos, não contra rebaixamento". Agora é possível.

A contratação de João Paulo mostra que a disputa por uma vaga na lateral esquerda vai ser boa. Victor Luis se destacou numa equipe fraca, em crise, sem confiança. 2015 pode ser o ano do garoto. Mas terá concorrência, o que é importante.

Oswaldo, com o que  tem a sua disposição, já pode formar um Palmeiras competitivo. Com Lucas na lateral direita, Vitor Hugo compondo a zaga com um novo companheiro -- Lúcio não fica --. Amaral, Gabriel e Andrei Girotto disputando vaga no meio de campo, que terá Zé Roberto.
Leandro e Rafael Marques acrescentam muito ao ataque, que sobrecarregou Henrique em 2014. Ele deve sair.

O Palmeiras hoje já poderia ser competitivo. Carece ainda de peças, mas é possível. Oswaldo mostrou em 2013 que pode extrair muito mais do que se imagina de um grupo. O  atual elenco do Palmeiras é superior ao daquele Botafogo, que fez frente ao Cruzeiro no Brasileirão e se classificou para Libertadores, apesar dos problemas salariais.

É necessário ter convicção no treinador e deixá-lo trabalhar. Só em 2014 foram três técnicos. Mas time mesmo, nenhum. É preciso fazer diferente.

sábado, 3 de janeiro de 2015

O bom filho Defoe de volta à Premier League

Defoe pelo Toronto FC. foto: mlsoccer.com
A volta de Jermain Defoe para o futebol inglês deve estar próxima de ser anunciada. O jogador não jogará mais no Toronto FC, clube da Liga MLS que defendeu durante o ano passado. Defoe deixou o Tottenham em janeiro de 2014 e foi rumo ao Canadá integrar o elenco comandado pelo australiano Ryan Nelsen, que já havia trabalhado com o atacante de 32 anos em 2012, quando esteve à frente dos Spurs.