Na primeira partida do ano em que o melhor ataque do Campeonato Paulista falhou, a pior defesa da competição manteve sua terrível média. Aí a importância do equilíbrio entre os setores do São Paulo.
Eduardo Baptista posicionou sua equipe à frente, marcando em cima e dificultando a saída de bola rival. Sofreu o São Paulo.
Sem Cueva, Rogério deslocou Thiago Mendes para a ponta direita e trouxe Jucilei ao time, na primeira função do meio de campo. Não funcionou.
O primeiro tempo foi de muita luta e pouco brilho. O Palmeiras diminuindo espaços e tentando definir rapidamente as jogadas, o São Paulo se atrapalhando na saída de bola e sofrendo para chegar ao ataque com qualidade.
Num erro de passe do zagueiro Douglas, a bola sobrou para Dudu encobrir o goleiro Denis. Uma pintura! Para o capitão palmeirense, o gol mais bonito de sua carreira.
O Palmeiras cresceu no segundo tempo, principalmente depois de Tchê Tchê fazer o segundo, após chute de fora da área, aos dez da etapa final.
Aos 25, Guerra pegou rebote de Borja e fechou a conta. Vitória justa na Arena.
Com seis pontos de vantagem para o terceiro colocado no Grupo B, o São Paulo segue em situação relativamente tranquila no estadual. Mas mantém também o péssimo aproveitamento como visitante em clássicos.
Das últimas 17 vezes em que visitou rivais em São Paulo, venceu apenas uma. O Santos, este ano ano, na Villa. Diante do Palmeiras, não vence como visitante desde 2007. É pouco!
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sábado, 11 de março de 2017
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Vinte anos após a primeira glória como goleiro, Rogério conquista primeiro clássico como treinador
O zagueiro Maicon foi questionado na saída do gramado da Vila Belmiro pelo repórter Roberto Lioi, da Rádio CBN, o que significava a vitória do São Paulo diante do Santos. O são paulino foi curto: três pontos.
Significa bem mais.
Há exatos vinte anos, Rogério Ceni marcava o primeiro gol de sua carreira. 15 de fevereiro de 1997, São Paulo e União São João, Campeonato Paulista daquele ano, vitória tricolor por 2 a 0. Era o início de tudo.
O triunfo são paulino na noite de hoje encerra a série de seis partidas sem vencer o rival e quebra o jejum de oito anos sem vitórias na casa santista. A última havia sido em 2009, 4 a 3, com gol de falta de...Rogério.
O São Paulo de Ceni é insinuante e busca o gol durante os noventa minutos. É cedo pra avaliar, evidente, mas o início é promissor.
Cueva e Luiz Araújo(2) marcaram e viraram o jogo, 3 a 1, placar aberto por Copete, em grande jogada de Vitor Bueno.
Tão importante quanto findar o jejum diante do Santos, é recuperar o respeito dos rivais. Nos dois primeiros clássicos do ano, um empate e uma vitória, o primeiro contra o Corinthians, pela Florida Cup.
Para conquistar o troféu que não levanta desde 2005, ser forte diante dos principais rivais é indispensável. O São Paulo dá bons indícios.
Significa bem mais.
Há exatos vinte anos, Rogério Ceni marcava o primeiro gol de sua carreira. 15 de fevereiro de 1997, São Paulo e União São João, Campeonato Paulista daquele ano, vitória tricolor por 2 a 0. Era o início de tudo.
O triunfo são paulino na noite de hoje encerra a série de seis partidas sem vencer o rival e quebra o jejum de oito anos sem vitórias na casa santista. A última havia sido em 2009, 4 a 3, com gol de falta de...Rogério.
O São Paulo de Ceni é insinuante e busca o gol durante os noventa minutos. É cedo pra avaliar, evidente, mas o início é promissor.
Cueva e Luiz Araújo(2) marcaram e viraram o jogo, 3 a 1, placar aberto por Copete, em grande jogada de Vitor Bueno.
Tão importante quanto findar o jejum diante do Santos, é recuperar o respeito dos rivais. Nos dois primeiros clássicos do ano, um empate e uma vitória, o primeiro contra o Corinthians, pela Florida Cup.
Para conquistar o troféu que não levanta desde 2005, ser forte diante dos principais rivais é indispensável. O São Paulo dá bons indícios.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Vitória da paz
Marquinhos Santos venceu a quarta partida sob o comando do Figueirense desde que chegou a Florianópolis, em setembro, com a missão de salvar o clube do rebaixamento. São 18 jogos, além das quatro vitórias, quatro empates e dez derrotas. Aproveitamento de 29%.
Qualquer resultado que não fosse vitória na noite do último domingo, na capital, certamente encerraria a trajetória de Marquinhos a frente da equipe catarinense. Após a derrota sofrida na última quinta-feita, em Itajaí, a situação se tornou quase insustentável.
No suspiro final, Marquinhos ganhou sobrevida com a goleada diante do Criciúma, principalmente após o bom segundo tempo apresentado por seus comandados.
A manutenção do treinador após a temporada passada contraria o senso comum. Treinador rebaixado, desempenho fraco, números negativos...
Apostar no trabalho, respaldar o treinador e acreditar na continuidade com Marquinhos Santos no comando exige paciência. É difícil começar do zero com o peso de um rebaixamento nas costas.
O Figueirense contratou doze jogadores para a temporada. Mais da metade (8) já havia trabalhado com o técnico em algum momento da carreira. Dirceu, Leandro Almeida, Hélder, Anderson Aquino, Zé Love e Bill, no Coritiba; Juliano e Éverton, em 2016, no Fortaleza.
Todos indicados ou aprovados por Marquinhos e Léo Franco, superintende de esportes, contratado junto ao Fortaleza no fim do ano, também indicação do atual treinador alvinegro, segundo informações do jornalista Rodrigo Faraco.
O projeto Figueirense 2017 passa por Marquinhos Santos e a certeza de que não se forma time de uma hora pra outra está cada vez mais clara.
É preciso tempo, tranquilidade, confiança. Está só começando.
Qualquer resultado que não fosse vitória na noite do último domingo, na capital, certamente encerraria a trajetória de Marquinhos a frente da equipe catarinense. Após a derrota sofrida na última quinta-feita, em Itajaí, a situação se tornou quase insustentável.
No suspiro final, Marquinhos ganhou sobrevida com a goleada diante do Criciúma, principalmente após o bom segundo tempo apresentado por seus comandados.
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| Figueira cresceu no segundo tempo com a entrada de A. Aquino |
A manutenção do treinador após a temporada passada contraria o senso comum. Treinador rebaixado, desempenho fraco, números negativos...
Apostar no trabalho, respaldar o treinador e acreditar na continuidade com Marquinhos Santos no comando exige paciência. É difícil começar do zero com o peso de um rebaixamento nas costas.
O Figueirense contratou doze jogadores para a temporada. Mais da metade (8) já havia trabalhado com o técnico em algum momento da carreira. Dirceu, Leandro Almeida, Hélder, Anderson Aquino, Zé Love e Bill, no Coritiba; Juliano e Éverton, em 2016, no Fortaleza.
Todos indicados ou aprovados por Marquinhos e Léo Franco, superintende de esportes, contratado junto ao Fortaleza no fim do ano, também indicação do atual treinador alvinegro, segundo informações do jornalista Rodrigo Faraco.
O projeto Figueirense 2017 passa por Marquinhos Santos e a certeza de que não se forma time de uma hora pra outra está cada vez mais clara.
É preciso tempo, tranquilidade, confiança. Está só começando.
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